Adolescência – As minas

Bom. Sem mais delongas, continuemos a história, desta vez, falando sobre os lances com as minas durante a minha adolescência. Eu era muito tímido na minha adolescência, e ainda era há pouco tempo atrás. Isso dificultava, de certa forma, o desenrolo com as minas. Modéstia à parte, eu sempre soube desenrolar, o problema era ter coragem para isso.

A situação começou a melhorar quando eu comecei a fazer um curso de teatro numa escola de artes que funcionava no sambódromo do Rio. Por falar nisso… Lembrei que esqueci de citar isso nas publicações anteriores. Não importa, já citei agora. Passei mais de dois anos nesse curso, me apresentei em alguns teatros e tive até papel principal numa peça produzida por nós mesmos, auxiliados pela nossa professora, a Cláudia, cujo sobrenome eu não lembro mais.

Nesse período eu fui perdendo um pouco da minha timidez com as garotas e comecei a desenrolar com uma das minhas colegas. Por sorte minha, fizemos par romântico numa peça, onde eu me aproveitei. Eu tinha só a cara de bôbo, mas nas “intucas” eu era o terror! Não pensem vocês que estou me gabando com essa informação. Eu nem era pegador.

Eu sempre fui um rapaz desprovido do padrão de beleza imposto pelo sistema, mas sempre chamava a atenção das minas por onde chegava, eu não sei porque, mas pelo menos isso me serviu como ferramenta para aumentar a minha autoestima e entender que eu poderia ficar com uma mina, não importasse o quanto ela era bonita e o quanto eu era feio.

A mina que todos achavam a mais gata e gostosa no curso. A mina que todos queriam pegar, resolveu dar mole justamente para a minha pessoa. Eu nunca fui de contar o que faço ou deixo de fazer com as minas com quem fiquei ou namorei, por isso, não vou citar o nome dela aqui por questão de ética e bom senso.

Cara, namorei por pouco meses com ela, talvez uns três. Lembram de uma afirmação que fiz em postagens anteriores que diz que eu sempre me relacionei com as garotas mais velhas? Pois é! Nesse caso não foi diferente.

Enquanto eu namorava com essa mina do curso de teatro, tinha uma outra dando em cima de mim na escola. Essa não era tão linda, mas era muito atraente. Acho que pela safadeza. Mó cachorra. Não desrespeitei a minha mina, mas quando eu acabei com ela… Fiquei com essa tal da escola. Com ela acabei tendo as minhas primeiras experiências sexuais. Eu só tinha doze anos. Eu acho. Tá pensando que só as crianças e adolescentes de hoje são pervertidos? Tudo bem. Os de hoje são piores. Na minha época eu era precoce em tudo. Comecei tudo mais cedo.

Mas enfim… Meu lance com essa mina do colégio nem durou tanto, aliás, nem foi namoro, tá ligado? Depois dessa já veio outra do curso de teatro. Ela já era adulta e eu um adolescente. Me amarrei nela, mas demorou para convencê-la de que valeria a pena ficar comigo, assim é que é bom. O que vem fácil demais nem tem tanta graça assim. Bom, dizem que eu sou bom de ideia, eu acredito, mas não boto tanta fé para não ficar empolgado e metido. Mas a estatística (baseada em depoimentos de amigos, amigas, conhecidos, etc.) comprova que eu sou mesmo bom de ideia. (Risos).

Ao contrário do que você deve estar pensando agora, eu não me dava bem com as minas. Sabe por quê? Porque as minas de quem eu gostava de verdade, nunca me davam moral. Pudera, eu só tinha “paixonites” impossíveis. A maioria das minas das quais eu gostei, gostavam de outro cara muito mais interessante que eu, inclusive, amigos bem chegados. E eu tinha que ficar nas “encolhas” quando um desses amigos namorava uma dessas garotas.

Teve uma mina que eu comecei a gostar que namorava um parceirão meu. Nunca fiz pilantragem com ninguém, por isso, nunca vacilei com esse mano. Algum tempo depois que ele terminou com ela é que eu fui revelar os meus sentimentos.

Outro caso. Foi outro amigão meu que gostava de uma mina que eu também gostava, mas ele não namorava ela. Nem eu. Os dois sabiam do sentimento de cada um, mas não tocavam no assunto. De maneira oculta a gente tentava chegar na frente um do outro. Nunca brigamos. Mas éramos rivais. Engraçado isso, né? O pior: nós sempre andávamos juntos. Um dizia para o outro: “O melhor vai conseguir, mano, e por isso mesmo fica”. Conclusão: nenhum conseguiu e a mina até noivou com outro cara. Desfez o noivado e casou com outro [gargalhada]. A vida é engraçada, cara, principalmente a minha.

Para finalizar, a pior frustração que me aconteceu com relação as minas na minha adolescência foi o fato de gostar de uma garota por muito tempo, e ficar sabendo que ela sentia o mesmo depois que eu estava a 2.500Km de distância, quando me mudei para a minha cidade natal. Mas isso você saberá na parte quatro de adolescência, que prometo postar no máximo até sábado. Vou contar mais sobre outras minas.

escrito em 29 de abril de 2010

@PetterMC

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