Parecia sorte, mas era azar

foto: divulgação

Eu estava no calçadão de Nova Iguaçu. Tinha dois reais no bolso e nenhum na carteira. O sol castigava e já me sentia desidratado. Pensei: vou comprar uma água (R$1). Mas ao passar em frente a uma banca de jornal, mudei de ideia e pensei novamente: vou mudar a minha situação, vai que a sorte me encontre hoje.

 

Comprei duas raspadinhas cariocas. Raspei. Ganhei um real. Troquei por outra e ganhei duas. Das duas, ganhei três reais. Levei a cartela premiada pra casa, junto com o desejo de beber uns 20 litros de água gelada.

 

Ontem, no Jardim Botânico, troquei a cartela premiada por outras três e pensei: agora sim eu ganho uns trocos. No episódio ocorrido em Nova Iguaçu eu tinha 2 reais no bolso. No Jardim Botânico… O bilhete único, o crachá, o VR sem saldo e uma cartela da raspadinha premiada com três reais. Peguei mais três, raspei e dessa fez eu tomei o “fatality”.

 

Sou tão contra esses jogos de azar, mas cai nesse erro. Nunca joguei na mega sena ou coisa do tipo, mas no caso da raspadinha achei que não tinha nada a perder, mas perdi os únicos dois reais que tinha. E parecia que eu estava com sorte.

 

E você, cara? Comente e conte a sua experiência com SORTE vs AZAR

 

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O diário #Ehnoiz!!

 

@PetterMC

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