Atropelado

Salve!

É com bastante dor no corpo que escrevo esse texto pra você. Ontem sofri um acidente de  moto com a minha esposa. Trafegávamos por uma avenida da zona norte do Rio quando fomos atingidos por um automóvel em alta velocidade. Na colisão, fomos lançados no asfalto e a moto ficou bastante danificada.

A Cristiane (minha esposa) foi atingida na perna esquerda e já caiu no chão gritando. Fiquei tão nervoso que nem senti dor na queda. Os bombeiros chegaram em instantes e a socorreu. O motorista do carro foi bem prestativo e também nos deu assistência, coisa que o nosso seguro não deu. Ligamos várias vezes pro serviço de atendimento 24h e ninguém nos atendeu, ATÉ ESTE MOMENTO. O motorista que nos atingiu guardou a moto em sua casa, onde está até agora.

E isso só aconteceu porque eu deixei a moto na “responsa” dos nossos amigos que ficaram no local do acidente enquanto eu seguia com a Cristiane pro hospital, na ambulância. A gente tinha saído do ensaio da banda Quebrando Protocolo. Eles deram a maior força. O Bruno e sua mina ficaram com a gente até tarde. Foram até o hospital com o motorista envolvido no acidente.

No hospital, a Cristiane fez todo o tipo de exames e foi medicada. Felizmente, houve apenas luxações e escoriações na perna esquerda dela. Aí eu fiquei tranquilo ao saber que ela estava bem e meu sangue esfriou, revelando que a minha perna direita estava machucada. Mas antes disso acontecer, a Cristiane estava totalmente imobilizada e eu achava que era muito grave.

Os bombeiros nos levaram a um hospital público da zona oeste. Saquei o smartphone e mandei uma mensagem pro Diego Dias (amigo do trabalho) pelo Facebook. Disse pra ele que estava desesperado e não conhecia a zona oeste bem para procurar um hospital particular que aceitasse meu plano de saúde. Sem falar que eu não tinha nem dez reais no bolso.

Já era quase uma hora da manhã, mas o mano pegou o seu carro e saiu de sua casa apenas para nos socorrer. A Cristiane foi liberada, mas eu não podia ser atendido ali. O Diego me levou até uma casa de saúde  muito boa que aceitava o meu convênio. Fui atendido, submetido a exames e liberado sem nenhum problema grave.

Era alta madrugada e o Diego nos levou até a sua casa, onde descansamos por algumas horas, no quarto dele mesmo. E ainda nos levou a uma estação de trem pela manhã, onde embarcamos pra nossa casa, bem longe dali, na Baixada Fluminense. Nem tenho maneiras de agradecer por tudo que esse mano fez por nós. É muito bom saber que estamos cercados por pessoas de bom coração.

Muito obrigado à toda a família Quebrando Protocolo e ao mano Diego!!

 

É nós que tá!

 

@PetterMC

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